segunda-feira, 29 de julho de 2013

Cinema: O sorriso de Mona Lisa


Boa tarde gente, embarcando na onda da artista da semana Julia Roberts trago essa tarde um de seus filmes que mais gosto, posteriormente e ainda essa semana falarei também de seu novo filme que já vem como um nome cotado para a próxima premiação do oscar com duas estrelas do cinema tanto Julia como Maryl Streep. Mas para começar a falar um pouco sobre a obra dessa grande artista vou começar falando de um de seus melhores filmes (em minha opinião) o também um pouco recente: O sorriso de Mona Lisa.


O filme com elenco de peso que inclui: Kristen Dunst e Maggei Gyllenhaal narra à belíssima historia da professora de historia da arte Katherine (Julia Roberts) que se passa nos anos cinquenta poucos anos depois da primeira guerra mundial, apesar desta não ser retratada no filme, e que mostra a questão feminista nessa época. A professora começa a lecionar na escola para meninas Wellesley College, em que ela acreditava ir para ensinar a suas alunas a fazer a diferença no mundo, mas acaba se surpreendendo ao perceber que a escola não se trata de nada mais do que um lugar para meninas aprenderem a serem esposas perfeitas e conforme o figurino, sem um futuro independendo de marido ou perspectivas, quase como robôs treinados para um único propósito, o de serem esposas.
O titulo nos remete a pintura de Leonardo da Vince em que notamos realmente como uma metáfora a questão da mulher, comparando-a a personagem principal que também possuí a timidez que o quadro nos remete, o mesmo sorriso acanhado, o padrão de beleza das demais épocas, permitindo-nos ver que tanto o quadro como a personagem representou muito sua geração.
Uma história emocionante de uma mulher que tem muito a ensinar sobre a vida e muito a aprender sobre romance, com um dos finais mais bonitos que  já vi no cinema (com cinema eu quis dizer um DVD na minha casa), vale a pena conferir.
BOA TARDE!



Artista da Semana

A artista dessa semana pessoal é  uma das minhas atrizes favoritas, isso mesmo essa semana é uma atriz a artista da semana.
A vencedora do oscar em 2000 por Erin Brockovich- Uma mulher de talento, é cheia de telento como a personagem do seu premiado filme, é a incrivel e única: Julia Roberts.

Esqueci de dizer que o Diário de bordo está  atualisado, aproveitem!
BOM DIA!

Literatura: Extraordinário


Bom dia pessoal, vamos começar o dia com um bom livro, tem coisa melhor? Bem acho que poucas coisas são melhores que um bom livro que quase sempre tem aquele efeito de filme que quando você termina ainda fica pensando na estória dias depois e isso aconteceu quando eu li esse livro.
Apesar de ser uma linguagem moderna e que por vezes me deixa um pouco incomodado na leitura, pois ela utiliza diálogos bem jovens inclusive incluindo a estória diálogos de facebook, mas acho que apesar dessa linguagem voltada principalmente para os jovens esse é um livro que com certeza deve ser lido por todos os jovens por não se tratar de mais um romance meloso que estão aos montes nas livrarias do mundo todo, trata-se por tanto de um livro original e verdadeiro que trata de um assunto quase inédito (a não ser pelo filme ‘o homem elefante’, é o único que eu recordo também tratar desse tema).    Um tema que nos faz pensar em como seria nossa própria reação diante disso que é a doença genética, uma criança que nasce com o rosto deformado, como você agiria se a visse? Como vive essa criança diante de uma sociedade preconceituosa até com coisas mínimas?



Um livro sensível que conta a belíssima estória de August, uma criança doce, porém forte que nasce com uma doença genética que faz com que seu rosto nasça deformado, o livro retrata a vida de August quando criança e claro seria inevitável os olhares alheios e os julgamentos, mas seria inevitável mesmo?
August tem a sorte que muitas crianças não tem sejam elas diferentes ou não, ter uma família bem estruturada e um pai e uma mãe que o ama incondicionalmente que nunca demonstram qualquer falta de orgulho de seu filho como eles mesmo chamam: EXTRAORDINARIO.
A trama começa a se desenrolar quando a mãe de August resolve coloca-lo na escola para que ele começasse a realmente ter uma vida de verdade, interagir com as demais crianças e agir de maneira normal como ele era afinal sua diferença não o incapacita em nada. Mas se já é difícil o primeiro ano na escola de uma criança que não tem uma diferença semelhante à dele imagina para quem a tem? E é exatamente essa a maior dificuldade de August, deixar de estudar em casa com sua mãe e enfrentar uma escola de verdade cheia de crianças por todos os lados, crianças cheias de olhares, de julgamentos, crianças que não estão prontas para lidar com a diferença, mesmo sendo todos diferentes.
A narrativa troca de mão durante o livro sendo dedicada a alguns personagens os seus pontos de vista sendo exposto, como Via a irmã de August, o namorado dela, os amigos dele que no decorrer do livro dão sua própria e honesta impressão de tudo que está ocorrendo e contam um pouco de suas próprias estórias pessoais não se detendo apenas a trama do menino.
Na escola Auggie (como assim é chamado em casa e posteriormente em sua nova escola) conhece varias crianças, algumas inevitavelmente tronam-se seus(as) amigos deixando-se levar pela simpatia de Auggie que sabe mais do que ninguém lidar com sua diferença, mesmo sendo uma tarefa bastante difícil as vezes. Já outras crianças inevitavelmente também se afastam dele como se possuísse algum tipo de ‘praga’ como assim se difunde na escola e quem tocasse nele poderia pegar.
É um retrato emocionante de um final belo e bem construído que nos faz refletir sobre as nossas próprias questões. Qual a importância da beleza física? Será que ela representa alguma coisa? Será ela fundamental? Como lidar com as diferenças?. Vale a pena pensar nessas respostas e tentar ser o mais gentil possível afinal nós somos todos estranhos e todos diferentes.

sábado, 27 de julho de 2013

Diário de Bordo

Novas atualizações no diário de bordo! espero que gostem!

BOA TARDE!

Artista da Semana: Lizijian


Boa tarde galera! Peço um milhão de desculpas pela grande pausa de uma semana nas postagens devido a crise da minha internet, mas esse fato não vai tornar a repetir-se.

E mesmo que eu não tenha previamente anunciado o artista da semana eu não podia deixar de fazer uma postagem para ele, um artista que confesso não saber quase nada a respeito e nem em minhas pesquisas consegui achar dados relevantes e concretos para colocar sobre ele. A única coisa que sei é que dando uma olhada no meu antigo livro de português do ensino médio eu me deparei com uma pintura maravilhosa e a única informação é de que se tratava de um pintor chinês chamado Lizijian (também admito não saber pronunciar esse nome), mas a sua pintura me deixou muito impressionado por se tratar de um quadro do realismo, estilo de arte plástica que eu sinceramente adoro, e as suas pinturas acebei descobrindo serem realmente muito reais, e de uma fidelidade principalmente ao traço humano dignas de um bom artista.

Espero que se deliciem assim como eu com as belas pinturas desse chinês que encheu meu coração de alegria.

A pintura que vi no meu livro  









Espero que tenham se maravilhado assim como eu com essas pinturas excepcionais que diferente do surrealismo que trás com sigo um monte de significados baseado na psicanálise ou em outros movimentos, o realismo mostra apenas a realidade como o próprio nome o diz, realidade tanto nos traços tentando ser o mais fiel possível a figura humana, animal, natural, seja ela qual for, mas também uma realidade utópica ou também dura assim como ela é.

BOA TARDE!